Inovação em mini mercado de bairro

Inovação em mini mercado de bairro

Sempre ouvimos falar que o mercado está inchado, a competição está extremamente acirrada, seu negócio se encaixa neste perfil? Como se diferenciar? Pequenas inovações geram GRANDES resultados. Conheça o caso do Armazém La Boqueria de Porto Alegre. Um pequeno comércio de bairro de administração familiar mudou seu layout criando um ambiente para lanches rápidos frente a uma bela vitrine para o bairro, o investimento foi baixo e o resultado foi espetacular. Uma simples formatação aumentou o fluxo, inclusive de novos clientes, o faturamento. Seu negócio é tradicional? Busque diferenciais que agreguem valor sempre de olho no Ambiente, abastecimento e atendimento. Boas Vendas. Compartilhe...
Veja dicas dos empresários Gaúchos para empreender com sucesso

Veja dicas dos empresários Gaúchos para empreender com sucesso

Por todo o Estado, existem empresas bem-sucedidas, que fazem a diferença. A maioria começou do nada, por iniciativa de famílias ou de gente que decidiu deixar o emprego ou a profissão em que se formou na universidade, e tocar o próprio negócio. Há um ano, a série O Rio Grande que Dá Certo conta histórias de empresas gaúchas que enfrentam o desafio diário de crescer e inovar. Para garantir uma trajetória vitoriosa, há vários caminhos, da opção radical pelo mercado local à expansão dos negócios em outros continentes. De setembro de 2012 até este domingo, 49 negócios nascidos em solo gaúcho, além de quatro empresas vencedoras do Prêmio Nacional de Inovação no ano passado, tiveram suas histórias retratadas na série. Cada uma tem uma lição a dar a novos — e persistentes — empreendedores. Para comemorar, estão aqui reunidas as principais dicas dos homens e das mulheres que ajudam a mover o Estado. Acredite na receita caseira Foi na pousada Bavária, em Gramado, que Alexandre Gehlen se inspirou parafundar a rede de hotéis Intercity, uma das 10 maiores do país. Na infância, ele passava férias na Bavária e trabalhava como garçom, ajudante ou recepcionista. Demitido com centenas de funcionários do setor calçadista, na década de 1990, Gilmar Borscheidtransformou o amaciante feito pela mãe em oportunidade e fundou a Girando Sol. Nos últimos anos, transformou um antigo galpão de 24 metros quadrados em uma fábrica de 22 mil metros quadrados e mais de 300 empregados. Uma receita de origem uruguaia desenvolvida há anos pela família Kulpa gerou um negócio que se tornou líder no segmento de massas frescas no Estado,...
5 tendências do varejo na era digital

5 tendências do varejo na era digital

Os americanos Brian Dyches, presidente internacional do Retail Design Institute, e Bryan Meszaros, diretor-geral da consultoria OpenEye, são especialistas em varejo na era digital. Eles apresentaram as tendências no uso da tecnologia na sexta-feira (1), durante a 13ª Convenção ABF do Franchising, na Praia do Forte, em Mata de São João (BA). Veja as tendências que eles apresentaram: 1. O cliente no poder A tecnologia não deve ser adotada só porque é uma novidade ou porque parece incrível. O cliente deve se sentir no controle dela. “O consumidor está acostumado com a comunicação 24 horas por dia, sete dias por semana, usando dispositivos móveis”, diz Meszaros. Um exemplo são os provadores virtuais e as tecnologias que ajudam o consumidor a ter contato com o produto. 2. Interação sempre Segundo Dyches, um dos maiores erros do varejista é investir em sinalização digital, mas sem interatividade. O consumidor espera interagir sempre. “Uma tendência é que os clientes tenham a possibilidade de controlar um telão por meio dos seus celulares ou tablets, e não por touchscreen. Eles se comunicam pelo dispositivo com o qual estão familiarizados”, afirma Meszaros. 3. A nova sinalização Segundo o especialista, telões e painéis são tão comuns que estão quase sendo considerados como mídia tradicional. O segredo ao usá-los é avaliar bem sua comunicação com o ambiente. “Eles devem ser incorporados, ser parte do ‘sabor’ do lugar”, afirma Dyches. 4. Arquitetura digital As tendências digitais incluem mudanças na arquitetura dos espaços. Para receber as novas tecnologias, a acústica dos espaços precisa ser estudada. Em lojas, é possível instalar alto-falantes unidirecionais no teto, de forma que uma mensagem sonora...

Rabusch investe para crescer

Com 27 anos de história, a Rabusch mira 2013 como o ano mais importante para a sua expansão e afirmação como marca. As 28 lojas já existentes, sendo 14 franquias, devem passar a ser 48 até o final desse ano. Presente no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, a empresa deve iniciar operações nas demais regiões do País, além de fortalecer a sua presença onde já ocupa posição no mercado. Fundada em Porto Alegre por um casal de jovens vindos do Interior do Estado, a marca logo encontrou o seu nicho de mercado: vestir mulheres economicamente ativas. Depois de um primeiro ano também vendendo roupas para homens, Alcides e Loiva Debus perceberam que a seção masculina não estava atraindo muitos olhares, por isso as mulheres seriam, então, melhores clientes. “Compramos a loja de um amigo, e ele vendia roupas mais esportivas. Desde o princípio vendemos trajes sociais e, mais ou menos um ano depois que começamos, decidimos parar de vender roupas masculinas, vimos que não girava na mesma proporção”, explica Alcides Debus. Vindo a Porto Alegre para finalizar a faculdade, o casal aproveitou o negócio para colocar em prática o que estudava. Alcides havia se formado em Administração de Empresas e tinha um emprego estável na Caixa Econômica Federal, por isso sentiu-se seguro para pedir para a sua esposa, estudante de Direito, que deixasse o emprego e passasse a se dedicar exclusivamente ao novo projeto familiar. “Combinamos que eu iria sustentar a casa e ela tomaria conta da loja. Mesmo assim, eu participava muito, estava sempre na loja antes e depois do trabalho no banco”,...
As quatro características de um vendedor de sucesso

As quatro características de um vendedor de sucesso

Trabalhar como vendedor não é uma atividade fácil, muito menos tranquila. Cumprimento de metas, conhecimento sobre produtos, atender e conquistar clientes, são algumas das tarefas desses guerreiros das vendas. E como obter o sucesso no ramo? O profissional deve possuir um perfil todo voltado à área comercial, inclusive o psicológico – um dos primeiros fatores a ser observado em um vendedor. Assim, o sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, Claudio Diogo, destaca quatro características essenciais em um profissional da área para se alcançar o sucesso: 1. Egodrive: É a necessidade que algumas pessoas têm de convencer outras. O fato de querer convencer alguém não faz da pessoa um chato, não se deve confundir persistência com insistência. O persistente possui consistência e relevância no que diz e comprova – estas pessoas não gostam de “não” como resposta. Ela tem a necessidade do “sim” e a habilidade de provar às pessoas que suas ideias são viáveis. Dedica boa parte do tempo pra estudar argumentos e processos tanto dela mesmo quanto das outras pessoas. Quando ouve o “não”, entende que não foi interpretado corretamente e procura novos e convincentes argumentos. 2. Resiliência: Capacidade que uma pessoa tem de absorver um “choque”, sem deixar de lado sua essência. A profissão de vendedor é uma das mais estressantes que existem. A pressão aparece de todos os lados e se escuta a palavra “não” frequentemente. O profissional precisa estar sempre preparado para negociações difíceis, que podem durar meses. Esta habilidade lhe proporciona “frieza” para pensar, enquanto outras pessoas se desesperariam. 3. Senso de organização: Um bom vendedor gosta de Excel e...
“O varejo ainda é raquítico no Brasil”

“O varejo ainda é raquítico no Brasil”

Flavio Rocha presidente da Riachuelo e do IDV. Em tempos de crescimento mais fraco da economia, pelo menos um setor não tem muito a reclamar. Por Guilherme BARROS [ISTO É DINHEIRO] Na esteira do surgimento da nova classe média, o varejo tem crescido, na década, o dobro ou até o triplo do PIB. Desde o início do ano na presidência do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), o empresário Flávio Rocha, 54 anos, presidente da Riachuelo, afirma, nesta entrevista, que chegou a hora e a vez do varejo. “O varejo será a locomotiva do Brasil”, diz. Segundo ele, as condições estão prontas para isso. O que falta, agora, ser atacado é o custo Brasil, o inimigo número 1 do País. “Há um esforço grande do governo, mas o excesso regulatório é irracional”, afirma.   DINHEIRO – Esta é a década do varejo no Brasil? FLÁVIO ROCHA – Foi, sem dúvida, a década do varejo. Nos últimos dez anos, o varejo no País cresceu acima do PIB. O momento da virada foi em 2003. Desde então, o varejo cresce o dobro ou até o triplo do PIB. Mas, apesar disso, o nosso varejo ainda é raquítico. Temos estudos que mostram que o varejo representa apenas 14% do PIB. Já o setor de serviços equivale ao de outros países, perto de 30%. Em qualquer país relevante, o varejo corresponde a 30% do PIB. Nos Estados Unidos, é 28%. No Japão, 30%, e na Espanha, 32%. Ou seja, temos realmente um varejo muito aquém do necessário.   DINHEIRO – E a que o sr. atribui esse raquitismo? ROCHA – Primeiro, porque o varejo...