Como evitar a Zona de conforto

Como evitar a Zona de conforto

Arrisque. Não correr risco significa não vencer nem perder nunca, significa estar imóvel. Um jogador as vezes perde e cresce, as vezes vence e adquire confiança, o grande ponto é que ele arrisca, o risco faz parte do crescimento. Se não estiver apaixonado, se apaixone. Se apaixone por seus sonhos, trace metas e corra em busca de seus objetivos, mas precisa estar apaixonado, pessoas apaixonadas movem o mundo. Está com medo? Acelere o sim ou o não. A dúvida e o medo nos coloca em inércia, acelere decisões. Qualquer ação é melhor que nada. Compartilhe...
O plano costurado pela C&A para perder menos funcionários

O plano costurado pela C&A para perder menos funcionários

Rotatividade caiu 7% nos últimos 2 anos na varejista. Empresa diz que convence equipe a vestir a camisa divulgando vagas de emprego internamente e com treinamentos Nos últimos dois anos, o número de empregados que pedem demissão ou precisam ser desligados na C&A caiu 7%. Para uma companhia do setor varejista, em que a rotatividade de pessoal é historicamente alta, esse índice pode ser significativo. A empresa atribui o melhor desempenho em reter a equipe aos programas de valorização de pessoas que adota. Um deles é o “Oportunidades internas”, por meio do qual ela anuncia vagas de emprego aos próprios funcionários antes de divulgá-las para o mercado. A comunicação é feita semanalmente pela intranet ou pelo informativo “C&A News”, que possui também uma versão impressa. Por meio desse projeto, trabalhadores insatisfeitos com a função que desempenham têm a opção de mudar de área, ou mesmo ascender na carreira – e é aí que a C&A os conquista. A partir do momento em que o empregado se candidata ao cargo aberto, ele concorre igualmente com outros profissionais, mas recebe uma orientação especial ao fim do processo de seleção para entender por que foi classificado, ou não, para aquele posto. “No caso de um feedback negativo, a conversa é aproveitada para tratar de aspectos que ele precisa desenvolver para conseguir uma próxima oportunidade”, explica Márcia Costa, vice-presidente de RH e Comunicação da C&A. Em 2013, das 400 vagas que foram abertas na empresa, 35% foram preenchidas por pessoas que já faziam parte do seu quadro de funcionários. Outro ponto que, segundo a companhia, ajuda na hora de convencer os empregados a...

10 dicas de como treinar sua equipe de vendas pra Quebrar tudo no Natal

Vivemos uma época de grande velocidade de transformações. Neste contexto mutável, proliferam mitos organizacionais a exigir perfis e personalidades definidas para determinada função. A maioria dos “gurus” afirma que uma pessoa comum não conseguiria nunca ser um bom vendedor. Então, os testes para a contratação procuram identificar a discursividade, ambição, proatividade, verificar a “taxa de testosterona” para buscar e contratar somente aqueles que são bons de combate, ou seja: buscam-se pitbulls. Eles teriam a “base” perfeita para a ação. Mas, será que é fácil lidar com um animal feroz e indócil em suas equipes? Alguém cujo gosto pela competitividade extrapole limites éticos? Que talvez não hesitasse em colocar em risco o faturamento ou a equipe só para não perder uma parada? Ou se desmotivasse logo com a rotina da empresa (ou do gerente), espalhando o vírus do pessimismo? Pois bem! Então não se trata de uma questão de forma, mas de conteúdo: Como identificar as pessoas certas, para desempenhar um papel definido? Além disso, temos a problemática do treinamento, do compromisso, das relações hierárquicas, da satisfação do cliente. A construção do valor deve orientar nossos passos. Se comportamentos podem ser medidos, em condições de laboratório, avaliar consciências é difícil. Por isso, devemos refletir muito para escaparmos à contradição, em nosso esforço de montar uma equipe campeã. Um erro comum é ostentarmos dois tipos de discursos: Um que valoriza a capacidade de superação: Acredite em Você! Desenvolva suas capacidades! Você pode vencer! E outro, mais pragmático e, porque não, míope, que afirma: Este não serve, não nasceu para vender! Não estou aqui para ensinar ninguém! Mas… Nossa personalidade é construída...
Como reter talentos no varejo

Como reter talentos no varejo

A rotatividade de pessoal no varejo é uma realidade e sabemos que não é razoável esperar que possamos manter todos os funcionários por anos e anos em nossas lojas. Uma pesquisa sobre o varejo indicou que a taxa média anual de rotatividade em lojas de varejo (para todos os cargos) é de 74.8%. Já a taxa média anual de rotatividade para vendedores é de 74.2% Essa taxa de rotatividade aumenta à medida que as grandes redes de lojas e grandes empresas em geral atraem os funcionários com melhor remuneração e com uma política de incentivos. Competir está ficando cada vez mais difícil para os “pequenos”. Ao assumir suas responsabilidades como recrutador, você passará a perceber de forma diferente a rotatividade da equipe. Ela não mais o deixará em pânico, nem sobrecarregará você ou a sua equipe. Lembre-se que quando a sua máquina de recrutamento estiver funcionando, a rotatividade da equipe pode ser uma oportunidade, e não uma desvantagem. Se você recrutar eficazmente, terá muitos candidatos promissores e pré-selecionados para escolher, tornando-se capaz de preencher uma vaga com rapidez. Ainda assim, a retenção dos funcionários é uma questão importante. A ênfase dada à preparação para o preenchimento de vagas não deve ser interpretada como falta de consideração pelos funcionários atuais, ou que eles não sejam valiosos para a empresa. Muito pelo contrário. A rotatividade não é apenas uma questão de custo em termos de investimento em tempo e dinheiro. Qual é o custo potencial da falta de fidelidade do cliente? Cada vez mais, o cliente tem a possibilidade de encontrar o mesmo produto que você vende em outro lugar. Ele...