Como evitar a Zona de conforto

Como evitar a Zona de conforto

Arrisque. Não correr risco significa não vencer nem perder nunca, significa estar imóvel. Um jogador as vezes perde e cresce, as vezes vence e adquire confiança, o grande ponto é que ele arrisca, o risco faz parte do crescimento. Se não estiver apaixonado, se apaixone. Se apaixone por seus sonhos, trace metas e corra em busca de seus objetivos, mas precisa estar apaixonado, pessoas apaixonadas movem o mundo. Está com medo? Acelere o sim ou o não. A dúvida e o medo nos coloca em inércia, acelere decisões. Qualquer ação é melhor que nada. Compartilhe...
Pequeno guia para quem (ainda) tem medo de empreender

Pequeno guia para quem (ainda) tem medo de empreender

Ter um negócio próprio é o sonho de um número cada vez maior de brasileiros. Mas muitos ainda têm medo de se arriscar em um negócio próprio. Se você está neste grupo, este pequeno guia pode ser útil. Empreendedores de primeira viagem precisam encher, de alguma forma, tanques com cinco combustíveis diferentes. Serão usados em várias combinações desde a etapa inicial da viagem até o próximo posto de combustíveis. A ordem do enchimento dos tanques pode variar, mas se você se enquadra na categoria dos que têm medo de empreender, primeiro encha o tanque da coragem. Muitos que querem empreender, simplesmente não têm a coragem de começar a viagem. Acham que ainda não reúnem todas as competências necessárias. Mas isso são exteriorizações de um medo interior maior: o de não ser capaz de se virar diante do desconhecido. Há muitos postos que oferecem o combustível da coragem para empreendedores, mas o que mais gosto é o Empretec, do Sebrae. Em seis dias, você suará por, no mínimo, 60 horas para tirar seu eu empreendedor (que não sabia) que existia em você ao trabalhar os dez principais comportamentos empreendedores. Depois dessa semana, você terá uma certeza: “De fome, você não morrerá”. E o combustível da coragem estará aceso! O Empretec ajuda a encher o tanque seguinte com o segundo combustível para quem tem medo de empreender: cara de pau. No Empretec, você perde a vergonha, pois tudo é tão intenso que você tira o animal que existe dentro de você. Mas cara de pau é um combustível volátil e já na semana seguinte, sua vergonha, mais conhecida como autocrítica, volta...
Veja dicas dos empresários Gaúchos para empreender com sucesso

Veja dicas dos empresários Gaúchos para empreender com sucesso

Por todo o Estado, existem empresas bem-sucedidas, que fazem a diferença. A maioria começou do nada, por iniciativa de famílias ou de gente que decidiu deixar o emprego ou a profissão em que se formou na universidade, e tocar o próprio negócio. Há um ano, a série O Rio Grande que Dá Certo conta histórias de empresas gaúchas que enfrentam o desafio diário de crescer e inovar. Para garantir uma trajetória vitoriosa, há vários caminhos, da opção radical pelo mercado local à expansão dos negócios em outros continentes. De setembro de 2012 até este domingo, 49 negócios nascidos em solo gaúcho, além de quatro empresas vencedoras do Prêmio Nacional de Inovação no ano passado, tiveram suas histórias retratadas na série. Cada uma tem uma lição a dar a novos — e persistentes — empreendedores. Para comemorar, estão aqui reunidas as principais dicas dos homens e das mulheres que ajudam a mover o Estado. Acredite na receita caseira Foi na pousada Bavária, em Gramado, que Alexandre Gehlen se inspirou parafundar a rede de hotéis Intercity, uma das 10 maiores do país. Na infância, ele passava férias na Bavária e trabalhava como garçom, ajudante ou recepcionista. Demitido com centenas de funcionários do setor calçadista, na década de 1990, Gilmar Borscheidtransformou o amaciante feito pela mãe em oportunidade e fundou a Girando Sol. Nos últimos anos, transformou um antigo galpão de 24 metros quadrados em uma fábrica de 22 mil metros quadrados e mais de 300 empregados. Uma receita de origem uruguaia desenvolvida há anos pela família Kulpa gerou um negócio que se tornou líder no segmento de massas frescas no Estado,...
As quatro características de um vendedor de sucesso

As quatro características de um vendedor de sucesso

Trabalhar como vendedor não é uma atividade fácil, muito menos tranquila. Cumprimento de metas, conhecimento sobre produtos, atender e conquistar clientes, são algumas das tarefas desses guerreiros das vendas. E como obter o sucesso no ramo? O profissional deve possuir um perfil todo voltado à área comercial, inclusive o psicológico – um dos primeiros fatores a ser observado em um vendedor. Assim, o sócio-diretor da consultoria Tekoare e especialista em vendas e consumo, Claudio Diogo, destaca quatro características essenciais em um profissional da área para se alcançar o sucesso: 1. Egodrive: É a necessidade que algumas pessoas têm de convencer outras. O fato de querer convencer alguém não faz da pessoa um chato, não se deve confundir persistência com insistência. O persistente possui consistência e relevância no que diz e comprova – estas pessoas não gostam de “não” como resposta. Ela tem a necessidade do “sim” e a habilidade de provar às pessoas que suas ideias são viáveis. Dedica boa parte do tempo pra estudar argumentos e processos tanto dela mesmo quanto das outras pessoas. Quando ouve o “não”, entende que não foi interpretado corretamente e procura novos e convincentes argumentos. 2. Resiliência: Capacidade que uma pessoa tem de absorver um “choque”, sem deixar de lado sua essência. A profissão de vendedor é uma das mais estressantes que existem. A pressão aparece de todos os lados e se escuta a palavra “não” frequentemente. O profissional precisa estar sempre preparado para negociações difíceis, que podem durar meses. Esta habilidade lhe proporciona “frieza” para pensar, enquanto outras pessoas se desesperariam. 3. Senso de organização: Um bom vendedor gosta de Excel e...
5 dicas para encontrar um grande Gerente.

5 dicas para encontrar um grande Gerente.

Liderança é perfil, não existe treinamento eficaz se não se enquadrar em 5 aspectos. 1-Liderar é tomar decisões e assumir os bons e maus resultados. 2-Saber tratar pessoas e gênios de maneira individual sem relacionar aspectos pessoais. Afinal pessoas diferentes devem ter tratamento diferente. 3-Saber resolver conflitos de equipe e problemas operacionais com serenidade. 4-Cumprir, desenvolver e Gerenciar processos. Se envolver no processo do negocio a ponto de identificar na equipe o indivíduo mais indicado para determinada atividade. 5-Ter gosto por analise. Afinal a única maneira de treinar alguém é analisar os resultados e desenvolver o que não está bom. Fique atento ao perfil na hora de escolher um gerente, não confunda produtividade com liderança, 80% pedidos de demissão no Brasil em 2011 tem motivos com relação a Chefes: medíocres, boçais, mal treinados, etc. Certamente você que esta lendo este artigo vive ou já viveu experiência similar. Portanto CUIDADO! Promover um funcionário no tempo errado é praticamente demiti-lo por antecipação e ainda pior, um mal lider coloca a equipe em cheque. O grande problema é que no Brasil não existe uma política ou programa bem definidos de plano de carreira baseada em Meritocracia avançada, ou seja, compensar de maneira diferente perfis e méritos diferentes. Vamos ser mais claros: Liderar uma equipe não é sobre ser o melhor, não é sobre ser o funcionário mais aplicado ou sobre a capacidade de levar tudo nas costas. Contrate ou promova com calma e demita com agilidade. Arrebenta! Compartilhe...

10 dicas de como treinar sua equipe de vendas pra Quebrar tudo no Natal

Vivemos uma época de grande velocidade de transformações. Neste contexto mutável, proliferam mitos organizacionais a exigir perfis e personalidades definidas para determinada função. A maioria dos “gurus” afirma que uma pessoa comum não conseguiria nunca ser um bom vendedor. Então, os testes para a contratação procuram identificar a discursividade, ambição, proatividade, verificar a “taxa de testosterona” para buscar e contratar somente aqueles que são bons de combate, ou seja: buscam-se pitbulls. Eles teriam a “base” perfeita para a ação. Mas, será que é fácil lidar com um animal feroz e indócil em suas equipes? Alguém cujo gosto pela competitividade extrapole limites éticos? Que talvez não hesitasse em colocar em risco o faturamento ou a equipe só para não perder uma parada? Ou se desmotivasse logo com a rotina da empresa (ou do gerente), espalhando o vírus do pessimismo? Pois bem! Então não se trata de uma questão de forma, mas de conteúdo: Como identificar as pessoas certas, para desempenhar um papel definido? Além disso, temos a problemática do treinamento, do compromisso, das relações hierárquicas, da satisfação do cliente. A construção do valor deve orientar nossos passos. Se comportamentos podem ser medidos, em condições de laboratório, avaliar consciências é difícil. Por isso, devemos refletir muito para escaparmos à contradição, em nosso esforço de montar uma equipe campeã. Um erro comum é ostentarmos dois tipos de discursos: Um que valoriza a capacidade de superação: Acredite em Você! Desenvolva suas capacidades! Você pode vencer! E outro, mais pragmático e, porque não, míope, que afirma: Este não serve, não nasceu para vender! Não estou aqui para ensinar ninguém! Mas… Nossa personalidade é construída...