LIVRO DOWNLOAD – PAI RICO, PAI POBRE (ROBERT T. KIYOSAKI) Link Atualizado

Um grande livro, dentre tantos outros títulos com ensinamentos mágicos sobre como você deve pensar e agir para ganhar tanto dinheiro quando imaginar, o livro de Robet Kiyosaki é fantástico (apesar do título um tanto polêmico). O livro conta sobre  a história de vida do próprio autor, aonde “Pai Pobre” é seu pai de fato, funcionário público sem visão empreendedora. E  “Pai Rico”, pai de seu amigo de infância, ensina sobre o mundo dos negócios e educação financeira. De acordo com “Pai Rico” devemos  ter cuidado com o “passivo” (despesas fixas)  ou atitudes  que gerem despesa: financiamentos de casas, carros, cartão de crédito, etc. Devemos, ao longo da vida, adquirir “ativos” (operações que nos gerem renda fixa ou que deem lucro) e com o lucro adquirirmos mais ativos e nossos tão sonhados bens de consumo. No livro ele exemplifica diversas maneiras de como  “fazer dinheiro”. Cita de como ele comprou um imóvel em leilão com valor abaixo do mercado e revendeu em 15 dias. [BAIXE O LIVRO]  ...

Franquias: Vigoroso no longo prazo e Cauteloso no curto prazo

Entre 2004 a 2013, o Franchising nos EUA cresceu 18,7%, enquanto que no Brasil, no mesmo período, evoluiu 151,4%. O faturamento do setor de franquias no Brasil foi equivalente a US$ 62,1 bilhões, em 2013, representando 2,4% do PIB, quando em 2004 foi de apenas US$ 21,2 bilhões e representou 1,6%. Já nos EUA, o faturamento do Franchising em 2013 representou 5,1% do PIB norte-americano, tendo alcançado US$ 839 bilhões. O número total de estabelecimentos franqueados, lojas e postos de serviços, previstos no final deste ano no Brasil deve alcançar a cifra de 125,8 mil, número 92% superior ao que existia em 2007. Para efeito de comparação, no final de 2014 devem estar operando nos EUA 770 mil estabelecimentos, praticamente o mesmo número que havia em 2007, sendo que esse número chegou a cair para 736 mil em 2011, no período mais agudo da crise recente naquele mercado quando muitas lojas foram fechadas. Como se percebe houve uma retomada no processo de abertura de pontos e o mercado sinaliza um novo período de expansão. Comparativamente, em termos de densidade de estabelecimentos, existem 397 habitantes por estabelecimento nos EUA e 1.747 no Brasil, sinalizando o espaço que ainda existe no país para crescimento do número de unidades. Em termos de relação com população, o índice precisa ser ajustado à questão do potencial individual de consumo. No Brasil, trabalham no setor de franquias 1.133 mil pessoas, quando em 2007 eram 590 mil, enquanto que nos EUA atuam na área atualmente 8,5 milhões, tendo evoluído apenas 6,4% em relação a 2007. Interessante notar que, apesar de um tamanho médio de unidade ser...

Pequeno guia para quem (ainda) tem medo de empreender

Ter um negócio próprio é o sonho de um número cada vez maior de brasileiros. Mas muitos ainda têm medo de se arriscar em um negócio próprio. Se você está neste grupo, este pequeno guia pode ser útil. Empreendedores de primeira viagem precisam encher, de alguma forma, tanques com cinco combustíveis diferentes. Serão usados em várias combinações desde a etapa inicial da viagem até o próximo posto de combustíveis. A ordem do enchimento dos tanques pode variar, mas se você se enquadra na categoria dos que têm medo de empreender, primeiro encha o tanque da coragem. Muitos que querem empreender, simplesmente não têm a coragem de começar a viagem. Acham que ainda não reúnem todas as competências necessárias. Mas isso são exteriorizações de um medo interior maior: o de não ser capaz de se virar diante do desconhecido. Há muitos postos que oferecem o combustível da coragem para empreendedores, mas o que mais gosto é o Empretec, do Sebrae. Em seis dias, você suará por, no mínimo, 60 horas para tirar seu eu empreendedor (que não sabia) que existia em você ao trabalhar os dez principais comportamentos empreendedores. Depois dessa semana, você terá uma certeza: “De fome, você não morrerá”. E o combustível da coragem estará aceso! O Empretec ajuda a encher o tanque seguinte com o segundo combustível para quem tem medo de empreender: cara de pau. No Empretec, você perde a vergonha, pois tudo é tão intenso que você tira o animal que existe dentro de você. Mas cara de pau é um combustível volátil e já na semana seguinte, sua vergonha, mais conhecida como autocrítica, volta...

O plano costurado pela C&A para perder menos funcionários

Rotatividade caiu 7% nos últimos 2 anos na varejista. Empresa diz que convence equipe a vestir a camisa divulgando vagas de emprego internamente e com treinamentos Nos últimos dois anos, o número de empregados que pedem demissão ou precisam ser desligados na C&A caiu 7%. Para uma companhia do setor varejista, em que a rotatividade de pessoal é historicamente alta, esse índice pode ser significativo. A empresa atribui o melhor desempenho em reter a equipe aos programas de valorização de pessoas que adota. Um deles é o “Oportunidades internas”, por meio do qual ela anuncia vagas de emprego aos próprios funcionários antes de divulgá-las para o mercado. A comunicação é feita semanalmente pela intranet ou pelo informativo “C&A News”, que possui também uma versão impressa. Por meio desse projeto, trabalhadores insatisfeitos com a função que desempenham têm a opção de mudar de área, ou mesmo ascender na carreira – e é aí que a C&A os conquista. A partir do momento em que o empregado se candidata ao cargo aberto, ele concorre igualmente com outros profissionais, mas recebe uma orientação especial ao fim do processo de seleção para entender por que foi classificado, ou não, para aquele posto. “No caso de um feedback negativo, a conversa é aproveitada para tratar de aspectos que ele precisa desenvolver para conseguir uma próxima oportunidade”, explica Márcia Costa, vice-presidente de RH e Comunicação da C&A. Em 2013, das 400 vagas que foram abertas na empresa, 35% foram preenchidas por pessoas que já faziam parte do seu quadro de funcionários. Outro ponto que, segundo a companhia, ajuda na hora de convencer os empregados a...

Inovação em mini mercado de bairro

Sempre ouvimos falar que o mercado está inchado, a competição está extremamente acirrada, seu negócio se encaixa neste perfil? Como se diferenciar? Pequenas inovações geram GRANDES resultados. Conheça o caso do Armazém La Boqueria de Porto Alegre. Um pequeno comércio de bairro de administração familiar mudou seu layout criando um ambiente para lanches rápidos frente a uma bela vitrine para o bairro, o investimento foi baixo e o resultado foi espetacular. Uma simples formatação aumentou o fluxo, inclusive de novos clientes, o faturamento. Seu negócio é tradicional? Busque diferenciais que agreguem valor sempre de olho no Ambiente, abastecimento e atendimento. Boas...

O segredo que não se aprende na escola

Desde os nossos primeiros anos de vida e de ensino fundamental, aprendemos a fazer contas, a escrever, a ler, e somos orientados quanto ao que é “certo e errado”. Somos desenvolvidos com habilidades técnicas e operacionais, que nos permitem executar atividades do dia-a-dia, e isso de fato é crucial para o nosso desenvolvimento. O grande detalhe que falta na nossa cultura, desde as primeiras palavras que passamos a compreender, é o outro lado das habilidades, aquelas que realmente fazem a diferença, que nos dão força para ir além do que ninguém pensou ser possível, habilidades que te fazem trabalhar até mais tarde, e acordar mais cedo. São justamente essas competências, esses pilares do nosso desenvolvimento que acabam ficando para trás, tornando as pessoas simplesmente pedaços de um grande maquinário. Felizmente, existem casos de quem consegue acordar para essa realidade, e são essas figuras que fazem a verdadeira diferença. O princípio de Pareto (80% do resultado é proveniente de 20% das ações/pessoas) denota a mais pura realidade, pois precisamos de líderes, precisamos de gente que não descansa enquanto não atingir seus objetivos, que multiplicam milagrosamente suas 24 horas do dia, fazendo-as tomarem proporções e rendimento inacreditáveis, gerando resultados ainda mais extraordinários! Esses fatores, mandatórios para o tão aclamado SUCESSO, são muito pouco difundidos, em proporção ao valor que damos aos problemas e aos detalhes infames do nosso cotidiano pessoal e profissional. É comum investirmos grande energia nos problemas, e muito pouco nas soluções e no resultado propriamente dito. Se percebermos que focar nos problemas dá muito trabalho, até mais trabalho do que as soluções, passaremos a visualizar o sucesso como...

Veja dicas dos empresários Gaúchos para empreender com sucesso

Por todo o Estado, existem empresas bem-sucedidas, que fazem a diferença. A maioria começou do nada, por iniciativa de famílias ou de gente que decidiu deixar o emprego ou a profissão em que se formou na universidade, e tocar o próprio negócio. Há um ano, a série O Rio Grande que Dá Certo conta histórias de empresas gaúchas que enfrentam o desafio diário de crescer e inovar. Para garantir uma trajetória vitoriosa, há vários caminhos, da opção radical pelo mercado local à expansão dos negócios em outros continentes. De setembro de 2012 até este domingo, 49 negócios nascidos em solo gaúcho, além de quatro empresas vencedoras do Prêmio Nacional de Inovação no ano passado, tiveram suas histórias retratadas na série. Cada uma tem uma lição a dar a novos — e persistentes — empreendedores. Para comemorar, estão aqui reunidas as principais dicas dos homens e das mulheres que ajudam a mover o Estado. Acredite na receita caseira Foi na pousada Bavária, em Gramado, que Alexandre Gehlen se inspirou parafundar a rede de hotéis Intercity, uma das 10 maiores do país. Na infância, ele passava férias na Bavária e trabalhava como garçom, ajudante ou recepcionista. Demitido com centenas de funcionários do setor calçadista, na década de 1990, Gilmar Borscheidtransformou o amaciante feito pela mãe em oportunidade e fundou a Girando Sol. Nos últimos anos, transformou um antigo galpão de 24 metros quadrados em uma fábrica de 22 mil metros quadrados e mais de 300 empregados. Uma receita de origem uruguaia desenvolvida há anos pela família Kulpa gerou um negócio que se tornou líder no segmento de massas frescas no Estado,...

5 tendências do varejo na era digital

Os americanos Brian Dyches, presidente internacional do Retail Design Institute, e Bryan Meszaros, diretor-geral da consultoria OpenEye, são especialistas em varejo na era digital. Eles apresentaram as tendências no uso da tecnologia na sexta-feira (1), durante a 13ª Convenção ABF do Franchising, na Praia do Forte, em Mata de São João (BA). Veja as tendências que eles apresentaram: 1. O cliente no poder A tecnologia não deve ser adotada só porque é uma novidade ou porque parece incrível. O cliente deve se sentir no controle dela. “O consumidor está acostumado com a comunicação 24 horas por dia, sete dias por semana, usando dispositivos móveis”, diz Meszaros. Um exemplo são os provadores virtuais e as tecnologias que ajudam o consumidor a ter contato com o produto. 2. Interação sempre Segundo Dyches, um dos maiores erros do varejista é investir em sinalização digital, mas sem interatividade. O consumidor espera interagir sempre. “Uma tendência é que os clientes tenham a possibilidade de controlar um telão por meio dos seus celulares ou tablets, e não por touchscreen. Eles se comunicam pelo dispositivo com o qual estão familiarizados”, afirma Meszaros. 3. A nova sinalização Segundo o especialista, telões e painéis são tão comuns que estão quase sendo considerados como mídia tradicional. O segredo ao usá-los é avaliar bem sua comunicação com o ambiente. “Eles devem ser incorporados, ser parte do ‘sabor’ do lugar”, afirma Dyches. 4. Arquitetura digital As tendências digitais incluem mudanças na arquitetura dos espaços. Para receber as novas tecnologias, a acústica dos espaços precisa ser estudada. Em lojas, é possível instalar alto-falantes unidirecionais no teto, de forma que uma mensagem sonora...

Terceiro piso do Praia de Belas inaugura dia 19/11

O Grupo Iguatemi (Iesc) anunciou nesta terça (05) a inauguração do terceiro piso do Praia de Belas Shopping, de Porto Alegre, prevista para 19 deste mês. Com a ampliação, ele passa a ter 47,7 mil m2 de ABL, o que o torna um dos maiores do grupo Iguatemi e do País. A nova ala, segundo o vice-presidente de operações da Iesc, Charles Krell, terá 9 lojas-âncoras e semi-âncoras e 39 unidades-satélites, quiosques e temporárias. Ao todo, o centro de compras e lazer passa a contar com 235 operações. As estrelas da nova área serão a Livraria Cultura, que irá oferecer 5,8 milhões de títulos de livros e 560 mil CDs, DVDs e revistas; a Fórmula Academia, uma das maiores do País, e a loja da marca esportiva Nike. Também entram no mix as populares Marisa, Renner e Paquetá (as duas últimas já funcionam no empreendimento, mas mudam de piso para ganhar em espaço), e a cobiçada entre as mulheres Le Lis Blanc, que também ganha espaço físico do estabelecimento que já atuava no shopping. Na lista de novidades para o empreendimento, estão marcas como 7 Camicié, Balonè Acessórios, Beatnik, Budha Khe Rhi, Dudalina Double e Jonh John Denin entre muitas outras. Para 2014 ainda está prevista a construção de um teatro com 600 lugares e vista para o Guaíba, no piso onde já funcionam, desde maio de 2012, as seis salas de exibição do GNC Cinemas. Ainda em 2014, serão revitalizados equipamentos como banheiros, fraldários, ar-condicionados e skylights para iluminação do mall. Além do shopping, o complexo de uso misto que inclui três torres comerciais e uma residencial deve...

Rabusch investe para crescer

Com 27 anos de história, a Rabusch mira 2013 como o ano mais importante para a sua expansão e afirmação como marca. As 28 lojas já existentes, sendo 14 franquias, devem passar a ser 48 até o final desse ano. Presente no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, a empresa deve iniciar operações nas demais regiões do País, além de fortalecer a sua presença onde já ocupa posição no mercado. Fundada em Porto Alegre por um casal de jovens vindos do Interior do Estado, a marca logo encontrou o seu nicho de mercado: vestir mulheres economicamente ativas. Depois de um primeiro ano também vendendo roupas para homens, Alcides e Loiva Debus perceberam que a seção masculina não estava atraindo muitos olhares, por isso as mulheres seriam, então, melhores clientes. “Compramos a loja de um amigo, e ele vendia roupas mais esportivas. Desde o princípio vendemos trajes sociais e, mais ou menos um ano depois que começamos, decidimos parar de vender roupas masculinas, vimos que não girava na mesma proporção”, explica Alcides Debus. Vindo a Porto Alegre para finalizar a faculdade, o casal aproveitou o negócio para colocar em prática o que estudava. Alcides havia se formado em Administração de Empresas e tinha um emprego estável na Caixa Econômica Federal, por isso sentiu-se seguro para pedir para a sua esposa, estudante de Direito, que deixasse o emprego e passasse a se dedicar exclusivamente ao novo projeto familiar. “Combinamos que eu iria sustentar a casa e ela tomaria conta da loja. Mesmo assim, eu participava muito, estava sempre na loja antes e depois do trabalho no banco”,...

Fale Conosco

Quer Vender Mais?

Desenvolvemos um plano comercial estruturado de marketing e vendas envolvendo os setores convergentes no processo.